Quando pensamos sobre a Coreia do Norte, não devemos pensar apenas em uma nação distante, mas lembrar que ali também existem homens, mulheres e crianças que precisam conhecer o amor de Cristo.
A Bíblia nos diz em Hebreus 13:3: “Lembrai-vos dos presos, como se estivésseis presos com eles; e dos maltratados, como sendo-o vós mesmos também no corpo.” Essa Palavra nos chama a lembrar daqueles que sofrem por causa da sua fé. Existem cristãos que vivem em circunstâncias extremamente difíceis e que precisam esconder a sua fé, correndo grandes riscos simplesmente por seguirem a Jesus.
Talvez nós não possamos entrar na Coreia do Norte. Talvez nunca tenhamos a oportunidade de conhecer pessoalmente nossos irmãos que vivem ali. Mas existe algo que podemos fazer: podemos ORAR. Quando oramos pelos cristãos perseguidos, estamos dizendo que eles não estão esquecidos e que fazem parte da mesma família de Deus.
Paulo escreveu em 2 Timóteo 2:9: “Pelo qual sofro trabalhos e até prisões, como um malfeitor; mas a palavra de Deus não está presa.” Essa é uma verdade poderosa. Pessoas podem fechar portas, governos podem controlar fronteiras e criar dificuldades, mas ninguém consegue prender a Palavra de Deus. O Evangelho continua avançando porque o poder de Deus não pode ser impedido.
A situação dos cristãos perseguidos também deve nos levar a refletir sobre a liberdade que temos. Nós temos Bíblias, podemos cultuar, podemos cantar, podemos falar de Jesus e podemos reunir-nos livremente. Não devemos tratar essas oportunidades com desprezo ou comodismo. Enquanto alguns irmãos precisam esconder a sua fé para sobreviver, nós temos liberdade para declarar publicamente que Jesus Cristo é o Senhor. Que a liberdade que Deus nos deu não produza comodismo, mas compromisso. Que ela nos motive a orar mais, evangelizar mais e amar mais aqueles que ainda não conhecem a Cristo.
Efésios 6:12 nos lembra: “Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue.” Nossa batalha não é contra pessoas. Nossa missão é levar a luz de Cristo, anunciar o Evangelho e interceder por aqueles que precisam da salvação.
Irmãos amados, não devemos esquecer a Coreia do Norte. Quando nos reunirmos para orar, vamos lembrar dos nossos irmãos. Quando abrirmos a Bíblia, vamos agradecer pela liberdade que temos de ler a Palavra de Deus. Quando cantarmos nossos louvores, vamos lembrar daqueles que talvez precisem louvar a Deus silenciosamente dentro de seus corações. E quando tivermos liberdade para falar de Jesus publicamente, devemos perguntar ao Senhor: “Deus, o que estou fazendo com a liberdade que Tu me deste?”
Que Deus fortaleça a Igreja que sofre, alcance o povo da Coreia do Norte e desperte em nós uma Igreja que ora, ama, envia missionários e permanece fiel até o fim. Que Deus nos desafie hoje. Que não sejamos uma Igreja indiferente ao sofrimento dos nossos irmãos. Que sejamos uma Igreja que se coloca de joelhos, que intercede, que proclama o Evangelho e que permanece fiel a Jesus Cristo, independentemente das circunstâncias.
A Bíblia nos diz em Hebreus 13:3: “Lembrai-vos dos presos, como se estivésseis presos com eles; e dos maltratados, como sendo-o vós mesmos também no corpo.” Essa Palavra nos chama a lembrar daqueles que sofrem por causa da sua fé. Existem cristãos que vivem em circunstâncias extremamente difíceis e que precisam esconder a sua fé, correndo grandes riscos simplesmente por seguirem a Jesus.
Talvez nós não possamos entrar na Coreia do Norte. Talvez nunca tenhamos a oportunidade de conhecer pessoalmente nossos irmãos que vivem ali. Mas existe algo que podemos fazer: podemos ORAR. Quando oramos pelos cristãos perseguidos, estamos dizendo que eles não estão esquecidos e que fazem parte da mesma família de Deus.
Paulo escreveu em 2 Timóteo 2:9: “Pelo qual sofro trabalhos e até prisões, como um malfeitor; mas a palavra de Deus não está presa.” Essa é uma verdade poderosa. Pessoas podem fechar portas, governos podem controlar fronteiras e criar dificuldades, mas ninguém consegue prender a Palavra de Deus. O Evangelho continua avançando porque o poder de Deus não pode ser impedido.
A situação dos cristãos perseguidos também deve nos levar a refletir sobre a liberdade que temos. Nós temos Bíblias, podemos cultuar, podemos cantar, podemos falar de Jesus e podemos reunir-nos livremente. Não devemos tratar essas oportunidades com desprezo ou comodismo. Enquanto alguns irmãos precisam esconder a sua fé para sobreviver, nós temos liberdade para declarar publicamente que Jesus Cristo é o Senhor. Que a liberdade que Deus nos deu não produza comodismo, mas compromisso. Que ela nos motive a orar mais, evangelizar mais e amar mais aqueles que ainda não conhecem a Cristo.
Efésios 6:12 nos lembra: “Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue.” Nossa batalha não é contra pessoas. Nossa missão é levar a luz de Cristo, anunciar o Evangelho e interceder por aqueles que precisam da salvação.
Irmãos amados, não devemos esquecer a Coreia do Norte. Quando nos reunirmos para orar, vamos lembrar dos nossos irmãos. Quando abrirmos a Bíblia, vamos agradecer pela liberdade que temos de ler a Palavra de Deus. Quando cantarmos nossos louvores, vamos lembrar daqueles que talvez precisem louvar a Deus silenciosamente dentro de seus corações. E quando tivermos liberdade para falar de Jesus publicamente, devemos perguntar ao Senhor: “Deus, o que estou fazendo com a liberdade que Tu me deste?”
Que Deus fortaleça a Igreja que sofre, alcance o povo da Coreia do Norte e desperte em nós uma Igreja que ora, ama, envia missionários e permanece fiel até o fim. Que Deus nos desafie hoje. Que não sejamos uma Igreja indiferente ao sofrimento dos nossos irmãos. Que sejamos uma Igreja que se coloca de joelhos, que intercede, que proclama o Evangelho e que permanece fiel a Jesus Cristo, independentemente das circunstâncias.